domingo, 29 de março de 2015

Maceió - Oitavo dia

      Dia de dizer tchau ao paraíso. Sem dúvidas o lugar mais belo que já visitei. Às 10:30h saímos do hotel e às 12:30h estávamos decolando em direção ao Rio. De lá SP e Presidente Prudente. Às 23:50h estava na minha casa, louca de saudades.
      Porque quero voltar à Maceió? São muitos os motivos:

  • Não visitei Porto de Galinhas e a Foz do Rio São Francisco porque caiam no dia que fui à Maragogi, então tive que optar; 
  • Não comi a tapioca; 
  • Não andei de bicicleta na orla, só a Sarah;
  • Só comi uma vez no Imperador dos Camarões;
  • Não provei do sorvete de lá;
  • Não fui às piscinas naturais da Pajuçara;
  • (...)

Motivos não faltam!
Oh Maceió, você roubou meu coração. Ai que saudade do céu, do sal, do sol de Maceió.

Ponta de Lápis - Música Linda!





Maceió - Sétimo dia

    Ai, o último dia de passeios em Maceió. O temido dia tinha chego. Pra fechar, fomos à Barra de São Miguel, litoral Sul.
  Havia achado estranho que o guia anotava sempre "Praêro" e depois descobri o porquê. Praêro é um ponto de apoio na praia, muito bem estruturado, mas tudo muito caro, extremamente caro. Se eu tivesse percebido outros lugares, juro que teria ido. Apenas petisquei neste dia, porque o cardápio era absurdo. Volto a afirmar que o Francês não tem a comida mais cara coisa nenhuma! A única parte de compensa é o som ao vivo, muito bom. Mas imaginem o valor do couvert.


      A praia é linda! Na frente deste ponto de apoio fica a melhor parte. Forma-se piscinas naturais bem à margem, e que águas quentinhas!
     Também saem passeios de lá, mas não me interessei. Há pequenas agências de passeios locais que fazem Gunga, Francês e Barra de São Miguel no mesmo dia, atravessando com embarcações, pois as três praias são pertinho uma das outras. Das três, a melhor pra banho é sem dúvidas a Barra de São Miguel. Muitas crianças brincando tranquilamente. Foi um dos dias que mais aproveitamos o mar.


   Véspera de Natal. Jantamos no famoso Imperador dos Camarões. Tudo muito bom!















Maceió - Sexto dia

     A partir deste dia a sensação de "tá acabando" começou a aparecer. Para espantar, comecei a pensar que ainda tinha dois dias inteiros pela frente.
      Embarcamos em direção ao litoral norte (gostei mais do norte do que do sul um bilhão de vezes), com destino à paradisíaca São Miguel dos Milagres. 
     O ponto de apoio tem uma estrutura pequena, com piscina, redário, comida boa e barata. Tudo muito simples, rústico e de muito bom gosto. De lá também saem passeios para arrecifes, mas não me interessei, pois já havia ido na praia do Gunga.

      Andando alguns metros chegamos à praia: LINDAAA. Gente, que paraíso isolado. Não há qualquer barraca de praia, nada, nada e nada. Só uns guarda-sóis que o vento insiste em levar. E, pra variar, água morninha, morninha.
         Amei! Mas, na maré alta ela perde um pouco da sua beleza.
      Na volta, passamos por um lugar chamado "Casa do Nordeste", onde vende produtos alimentícios típicos da região. Tudo muito, muito, muito caro, contudo turista é turista e comprei umas coisinhas, Rsrs.


       No jantar, mais uma vez a hamburgueria! Uma delícia!



Maceió - Quinto dia

O dia mais esperado das férias tinha então chegado:Maragogi!
Confesso que eu esperava muito mais da praia, mas as galés superaram minha expectativa: PERFEITAS!
Foi o dia em que saímos mais cedo do hotel e encaramos duas horas na direção norte. Levem algo pra comer no ônibus, pois não dá tempo de pegar o café. Saímos por volta das 5:30h.
Fiquei impressionada com a pobreza da região. Como pode um lugar ser um dos destinos mais procurados do Brasil ser tão miserável! Cada casinha que você não acredita. Aliás, Maceió praticamente todo também é assim quando você sai das redondezas da orla e começa sair da cidade.
O ponto de apoio é bem estruturado e somos recebido com um suco natural. Daí começa a organização das saídas para as piscinas. Uma voz vai anunciando ao microfone a cor da embarcação, pois quando você compra o passeio a R$50,00 por adulto, você recebe uma cor de bandeira. 
Enquanto não chamam a sua embarcação, você marca uma cadeira na praia, e compra bolachinhas sequilhos que são as mais gostosas que comi na vida! Nem me lembro quantos saquinhos eu acabei comprando. 
Quando anunciam sua bandeira, você pega suas coisas (o mínimo possível), entra no mar até uma altura no meio da coxa (pra variar, quentinho) e sobe na embarcação. Daí são 50 minutos em direção ao alto mar. Quando você pensa que os R$50,00 dá pra tudo, você é surpreendido com o aluguel de snorkel + respirador a R$15,00, fotos subaquáticas a R$50,00 para cada duas pessoas e mergulho com fotos a R$150,00 por pessoa! Acabei alugando o snorkel com o respirador pra revesar com a Sarah e não dá pra não comprar o pacote de fotos, pois não havia lacrado a minha câmera! Ah, essas fotos vem com um DVD de fotos da região. 
Sabe quando alguém que já esteve lá lhe diz que lá é o Caribe brasileiro? Acredite! A cor da água é impressionante, mas não nas margens, é sim nas piscinas naturais. Quando o catamarã parou nas famosas galés eu pensei "Meu, tô no Brasil? Isso aqui existe mesmo?". Pena o tempo passar tão rápido neste lugar.

Quando pensei que havia gasto demais, fui surpreendida com o valor da refeição por quilo! Jesus! R$59,90! E eu que acreditei que a comida na praia do Francês era a mais cara. Como sou ingênua! Bom, estava em Maragogi realizando um sonho e fiquei muito mais pobre... Estava de férias mesmo, então está valendo! Pelo menos o cardápio compensou: muitos frutos do mar.
Depois vão anunciando no som o horário pra você pegar as fotos. Achei que compensou. A Sarah curtiu um pouco da piscina, não entramos no mar dali da frente e fomos embora totalmente cansadas, porém felizes.
À noite jantamos em uma hamburgueria em frente ao Parmegianno, também anexo ao hotel. Nunca vi tanto tipo de molho diferente junto e nunca havia comido hambúrguer artesanal tão gostoso! Não me lembro o nome, mas fica embaixo do Holiday Inn.Vale a pena! Depois, voltinha na orla e comprinhas no Pavilhão de Artesanato.












Maceió - Quarto dia

Neste dia, acordamos cedo com destino ao litoral norte de Alagoas, que, em minha opinião, é muito mais bonito, pois as águas são mais claras. O destino deste dia foi Paripueira, cerca de uns 50 minutos de Maceió.
A estrutura do ponto de apoio é impressionante! Lindo, com cadeiras, muito verde, parquinho e massagem. Isso mesmo, massagem!! Por R$25,00 você faz 15 minutos de uma experiente e deliciosa massagem. 
Paripueira na maré baixa é simplesmente fantástica. Possui as águas mais mornas das redondezas e você pode caminhar muitos metros para dentro do mar com a água pra baixo do tornozelo(muito mais que Mutá, Porto Seguro- BA). Há também lugares onde se formam pequenas piscininhas e você pode deitar-se e pegar um solzinho. Tem também a areia mais fofa  e gostosa que eu já vi na vida! E o melhor de tudo: ela é praticamente deserta!


De manhã a praia fica muito vazia, pois o pessoal vai fazer passeios: Piscinas naturais de Paripueira, que só compensa de não der tempo de você ir à Maragogi, e o passeio ao Carro quebrado, praia deserta e paradisíaca e você vai com uma lancha veloz até lá. Me arrependi de não ter ido neste último. O preço é em média R$50,00 por adulto para cada.
O valor da alimentação é razoável. Há também lojinhas de artesanato, mas tudo mais caro do que em Maceió. Detalhe para uma loja de bijuterias: lindas, porém caras! O tererê da Sarah não poderia passar batido. Embora tenha surgido na Bahia, o de Paripueira foi o mais bonito que ela fez até hoje!
Depois do almoço, um pouco antes de ir embora, há uma apresentação de um grupo de dança folclórica  muito bom! Dançam e praticamente dramatizam histórias. A boneca e pano é perfeita. Me arrependi de não ter comprado o DVD. Da próxima vez não vou deixar passar!
Resumindo: AMEI.
À noite, jantamos no Parmegianno, mas confesso que já estava enjoada!!...

sábado, 28 de março de 2015

Maceió - Terceiro dia

     No terceiro dia fomos à Praia do Gunga. Todos os blogs que li diziam que era a praia mais bela da região, mas terei que discordar dos meus colegas. Não que ela não seja incrível, mas Paripueira conquistou meu coração. Contarei em outro post.

      Nesse passeio comecei a perceber o porquê que meu pacote ficou barato: dentro do passeio havia outros passeios opcionais e outro valor. Nesse dia, optei por fazer o famoso passeio de bug de (ou bugre, como os nativos falam) e de lancha aos recifes.
     O passeio às falésias vale muito a pena. O visual é impressionante e os bugueiros uma simpatia. Ficamos cerca de meia hora tirando fotos nas falésias e depois fomos de bug a um riozinho de água doce bem fresquinho. Uma delícia. 


    Já o passeio de lancha não achei tão legal assim. Paramos em um arrecife, vemos peixinhos e ouriços. Depois vamos até um banco de areia descoberto pela maré baixa onde barcos que servem de bares estacionam, colocam mesas e servem bebidas e petiscos.

     A praia do Gunga fica numa área privada, dentro de uma fazenda de cocos e nunca paguei tão caro num coco!! Pura ironia!
     Na volta, mesmo cansados, paramos num bairro de rendeiras, com muitas coisas lindas e mais baratas que no Pavilhão. E mais compras pra minha casinha nova. Q maravilha!
     À noite jantamos mais uma vez no Parmegianno. Depois, voltinha na orla e comprinhas no Pavilhão de Artesanato.

Maceió - Segundo dia

        Acordamos cedo, nos deliciamos no maravilhoso café da manhã e fomos explorar a orla antes do ônibus da CVC vir nos buscar para o City Tour e Praia do Francês.
     O céu um azul lindo! Atravessamos a avenida e demos de cara com um mar de tom azul esverdeado! Ponta Verde era realmente linda! Havia um pouquinho de algas trazidas pela maré, pessoas se banhando, caminhando. Não resistimos e pézinho na água e.... QUE ÁGUA MORNINHA! A temperatura da água é uma delícia, pena que não tínhamos tempo para um banho.

Muitas algas trazidas pela Maré


Sarah


     Saímos em direção sul de Maceió, à cidade vizinha chamada Marechal Deodoro e, ao invés de fazermos o City Tour, fomos direto para a praia. O pinga pinga nos hotéis é inevitável. A ladainha do guia nos embala até o destino.
       A praia do Francês é muito bonita, mas amarrotada de gente e ambulantes. Se não fosse o mar de uma cor incrível, pensaria que estivesse em Taperapuan, Porto Seguro, mas tentei aproveitar o máximo. Atrás do ponto de apoio em que estávamos (assim que a WS Turismo, receptivo da CVC de Maceió, chamam as barracas que nos despejam, e sempre e tudo muito mais caro, afff) havia lojinhas de artesanato. Achei os preços mais suaves que Porto Seguro.
      O almoço também não ficou caro. Tive um alívio quando o guia falou que era o almoço mais caro de toda a redondeza (todos os passeios), pois a estrutura dos restaurantes do local serão em breve derrubados pela marinha por estarem em área inapropriada(igual Porto Seguro). Achei Maragogi muito mais caro, mas contarei isso em outro post.
      

Praia do Framcês
    Aproveitamos o dia e voltamos à cidade de Maceió, onde os próprios guias afirmam que o City Tour não se tem nada pra se ver, pois Maceió não é uma cidade antiga, tudo muito corrido e péssimo. Ouvi muito a palavra Collor, pois tudo o que eu via era dele ou da família dele, afff. Tinha umas coisas de quilombos e do Zumbi dos Palmares e não nos levaram. Pô, Graciliano Ramos é de lá e como não falaram dele no City Tour. 
      Paramos num Mirante que tem ao fundo o Porto de Maceió e por fim o Pavilhão de Artesanato na Pajuçara. Preços salgados, mas sai com sacolas para a minha casa nova.

Vista do Mirante

        Nesta noite, jantamos mais uma vez no Parmegianno um delicioso camarão à parmegianna.